7
de
julho

Quem quer criar um logotipo?

Como se pode constatar, o actual logótipo do MPOP é - sejamos directos e honestos - feio. Suponho que tenha sido feito "à pressa", que nem sequer foi considerado o seu uso a longo prazo, e que, basicamente, é um trabalho temporário. Mas esse não é o motivo deste artigo.

Juntando o útil ao agradável, venho propor a realização de um concurso para a criação de um novo logótipo. Tenho a certeza que existem oureenses com imenso talento para estas coisas, o concurso poderia ser mais um ponto de divulgação destes artistas. E o MPOP ganharia uma melhor imagem. É uma situação onde todos ganham.

Caso a ideia seja do agrado de "toda a gente", poderemos pensar em algo de mais concreto, por agora deixo só a ideia para ser discutida. Penso que o concurso poderia ser realizado totalmente online, usando o website para votação ou algo do género. Em termos de prémios, suponho que não seja possível oferecer muito mais do que publicidade e gratidão (!), podendo haver links para o site/portfólio do artista vencedor.
Tal como mencionei, isto ainda é apenas uma "amostra de ideia", caso seja considerada relevante tenho a certeza que surgirão mais sugestões para a sua realização.

31
de
maio

Mais pessoas, mais ideias, acções com maior visibilidade

Boas!

Bem, venho aqui falar directamente para todas as pessoas que passam por aqui a ler o blog, interessadas com a iniciativa, e que são muitas. É a essas pessoas que quero pedir, em nome individual, que tentem participar de forma mais activa, enviando comentários sobre o que anda a ser discutido, lançando novas ideias para debate, ou pura e simplesmente submetendo o seu nome, localidade de residência e idade (apesar de sermos um movimento dinamizado por jovens que pretende desenvolver ideias para os jovens de TODO o concelho, pensamos que todos têm a ganhar se o movimento se abrir a pessoas de todas as idades). Com a submissão de nome, localidade e idade, incluimos a malta na secção "pessoas", o que permitirá engrossar o movimento, e consequentemente dar mais visibilidade ao que virá a seguir. É importante crescer em número!

Nas próximas semanas surgirão algumas boas (parece-me a mim!!!) novidades. As pessoas que já compõem o movimento (e outras!!!) e com as quais temos vindo a falar são da opinião generalizada que se deve sair da blogosfera, para o debate de ideias publico e para algumas acções mais concretas. Há pessoas a trabalhar nisso. Novidades surgirão. Pedimos, cada vez mais, a colaboração de todos, para que essas actividades possam ser bem sucedidas. Actividades de, e para, pessoas de todo o concelho! A quantas mais pessoas chegarmos, maior será a probabilidade de sucesso!

Cumprimentos

29
de
maio

Como aproximar mais os jovens de todo o concelho?

Na minha humilde opinião, um dos problemas com que os jovens do concelho se deparam é a sua enorme dimensão. Para os jovens que não têm carta de condução e/ou veículo para se poderem deslocar, viver a 3 ou 15 quilómetros de distância da cidade é praticamente a mesma coisa, e torna a participação em qualquer actividade que possa haver muito complicada. Os transportes públicos existentes muitas vezes não são uma alternativa viável, dado o imenso intervalo que chega a haver entre duas carreiras (o que é perfeitamente compreensível, vêem-se muito autocarros quase vazios, viagens mais frequentes provavelmente dariam prejuízo).

Como toda a gente pode constatar, existe uma certa centralização de "tudo" em Ourém e Fátima, por razões óbvias. Para todos os jovens que vivem fora dessas zonas urbanas, o que fazer? Eu penso que uma abordagem para mais actividades/iniciativas/etc. Dirigidas aos jovens também teriam de ter em conta esse aspecto. Nem toda a gente vive em Ourém ou Fátima, nem toda a gente pode (ou quer!) fazer +15Km para ir ver uma banda, um evento cultural, uma exposição.

Então, o que se pode fazer em relação á isso? "Encolher" o concelho não é propriamente uma opção. Penso que uma hipótese passará por tentar colaborar com as muitas Associações Culturais/Recreativas/etc., que existem em virtualmente todas as freguesias.

Talvez articular eventos a nível do concelho todo?

Usar os transportes próprios dessas associações para complementar a rede de transportes público existentes, pelo menos quando há eventos de maior relevo/dimensão a ocorrer um Ourém/Fátima?

Penso que este tipo de cooperação poderá beneficiar toda a população em geral, não só os "jovens".Obviamente isto são apenas ideias, não conheço a dinâmica dessas associações, nem sei até que ponto elas (as ideias) serão viáveis. E como em tudo, a falta de dinheiro pode simplesmente impossibilitar as coisas.

Deixo, portanto, estas ideias, para serem discutidas, criticadas, melhoradas ou simplesmente descartadas, se for caso disso, pela comunidade!

27
de
maio

Mudar, porque não?

Regressei a Ourém à dois anos, após um período de oito anos de ausência em Lisboa, onde estudei e trabalhei.

Fugazes eram os momentos passados em casa, na minha terra, junto da família, amigos e cidadãos oureenses. As viagens de regresso eram marcadas por um misto de saudade e curiosidade. Saudade de uma terra que me viu crescer e curiosidade em saber o que de novo se passara durante a minha ausência…

Invariavelmente, o que me era dado a ver era a cidade de Ourém das minhas memorias… Estranho, volto e vejo jovens que abracei no colo quando adolescente, amigos com bebés de colo, adultos reformados e… Ourém permanecia igual!?

O que (não) aconteceu durante a minha ausência?

Pensei… Um concelho com tão vasta área geográfica, tanto potencial humano, localizado perto do litoral, rodeado de municípios cujo crescimento me tem impressionado… Bem, talvez o projecto social e económico do concelho tenha sido descentralizado e outras freguesias mais distantes estejam a colher os seus benefícios…

Fui averiguar… Freguesias cujos transportes públicos regulares continuam uma miragem, adolescentes rendidos à apatia, a emigração a flagelar famílias, idosos sentados a aguardar que a morte chegue… Todos sem soluções!

Incrédulo, voltei para casa… Ourém parado no tempo… Porquê?

Senti que este concelho, cheio de vida e energia, tinha cedido ao passar do tempo e pouco a pouco desistido da sua terra! Eu não vou desistir, cada um de nós é parte integrante deste concelho e chegou a hora de gritarmos: BASTA!

MUDAR, PORQUE NÃO?

Carlos Maia Lopes

23
de
maio

Biblioteca Municipal

Venho lançar nova acha na fogueira (de ideias)!

Basta dizer “Biblioteca Municipal” para que, tenho a certeza, o debate comece. Isto porque, como é sabido, desde o horário de funcionamento à (pouca) variedade de literatura disponível, a passar pela falta de dinâmica e atracção, um dos potenciais espaços de, como muito bem escreveu o Pedro “debate público de ideias e de conhecimento”, está cada vez mais deserto e desacreditado.

Avanço com o que penso ser um início de solução para um dos problemas – o da parca variedade: já alguém ouviu falar no BookCrossing? Pois bem, este conceito nasceu com base num movimento que tem tido grande divulgação e sucesso a nível mundial e que consiste na prática de deixar um livro num espaço público, para ser recolhido e lido por outras pessoas. Pretende-se, assim, promover a literacia e fazer com que os livros não fiquem parados depois de lidos e sirvam a comunidade. São registados, pelo que nunca se lhes perde o rasto, mas seguem o seu próprio rumo.

www.bookcrossing.com

Há locais específicos de troca, devidamente (e gratuitamente) registados. Porque não criar um na nossa Biblioteca? Cada pessoa poderia contribuir, pondo à disposição livros que muitas vezes são abertos pouco mais de uma vez e os oureenses (e não só) teriam mais escolha, de uma forma diferente. Simples, sem problemas financeiros, dinâmico e… a prova de que, por vezes, basta um pouco de criatividade.

Ana Luisa Fernandes

19
de
maio

Sugestões culturais e sociais

Depois de ler o manifesto explicando este movimento fiquei empolgado pelo facto de não ser o unico a pensar que o nosso concelho precisa de algo novo. Algo que quebre a monotonia cultural e social que na minha opinião se tem instalado nestes últimos anos e que consequentemente, na minha opinião, é o causador do desinteresse pela nossa terra.

Por isso, e porque penso que o nosso concelho tem potencial para evoluir mais, acho que deviamos começar por pensar numa maneira de criar eventos culturais e socias que unissem mais a população jovem do nosso concelho, e que nos dessem motivos de orgulho para dizer em voz alta o nome do nosso concelho.

Numa segunda fase, tentando em conjunto com os representantes do municipio intervir mais a fundo e criar espaços que realmente sirvam o concelho e tenham alguma utilidade para a população, como por exemplo espaços de lazer, que possa concentrar a população no âmbito cultural. Estes espaços a meu ver são um dos pontos principais para podermos dinamizar o concelho, pois estariam direccionados para a população, no intuito de incentivar os cidadãos a trocar o passeio do domingo á praia, por uma ida ao centro da sua cidade. Por exemplo acho que seria interessante criar um festival de rua, virado para todo o tipo de artes com animação nocturna, etc... é coisa que se ouve pouco falar no nosso concelho é a arte.

Ficam aqui algumas das minhas ideias ainda um pouco superficíais, mas com vontade de evoluir e claro que só será possivel com a ajuda de todos.

15
de
maio

Cinema (curtas-metragens)

Venho dar algumas sugestões relativamente a possiblidade de se organizar um festival de curtas ou algo no ambito do audiovisual.

Devo dizer que acho uma ideia muito interessante e benéfica para Ourém, podendo ser explorada de variadissimas formas.
(...)
Fica a sugestão.
Quero apenas acrescentar e apelar ao bom senso dos participantes caso se realize algo do género.
Apostem em coisas simples, observação, voyerismo, isto é mostrar e nao criticar. Rejeito e condeno propaganda. Olhemos para o futuro da cidade e do concelho como um todo, do que se pode fazer e não do que podia ter sido feito!

Deêm asas à vossa imaginação e boas rodagens.


João Luís Silva

14
de
maio

Turismo

O sector do turismo, é dos que mais desenvolvimento tem conhecido ao longo dos últimos anos, em todo o mundo e vai ganhando cada vez mais espaço e afirmação entre as populações e os governos, peso na economia e afirma-se como gerador de desenvolvimento e criação de emprego.

O nosso concelho não tem sido excepção nem alheio a este desenvolvimento do sector. Contudo, estamos longe de poder afirmar que Ourém é um concelho marcadamente turístico, apesar da aparente contradição que esta afirmação possa suscitar, face às potencialidades óbvias que todos sabemos reconhecer no nosso concelho, nesta área.

Na verdade, está tudo por fazer!
(...)

Hélder Farinha

11
de
maio

Um problema é um factor gerador de soluções

Boas,

Todos nós sabemos a difícil situação financeira por que passa a Câmara de Ourém. A oportunidade para fazer grandes investimentos a nível de infra-estruturas, penso, já passou. E se a capacidade para tal já não existe, deve ser assumido o discurso de que nos próximos anos não se poderá apostar fortemente em infra-estruturas.

Embora tenhamos chegado a esta situação sem, por exemplo, um parque desportivo de qualidade, sem parques empresariais suficientes e estruturados que permitam dinamizar o concelho, não podemos cair no desânimo e assumir uma postura fatalista

Ainda há muito que pode ser feito bastando para isso apelar ao que melhor o concelho tem. Para as pessoas dinâmicas, um problema é um factor gerador de soluções.

João Ricardo

11
de
maio

Espaço de debate público de ideias

Como elemento integrante do nosso concelho, e como jovem, é com grande tristeza que tenho visto o constante declínio da nossa terra. Penso que teremos que ser nós jovens, a tentar mudar algo.

Para tal considero se suma importância a criação de espaço de debate público de ideias e de conhecimento, que poderá trazer mais pessoas com novas ideias e novos pontos de vista, sem uma mais valia para qualquer movimento e para qualquer comunidade/sociedade..

Penso que actividades do tipo tertúlia cultural poderiam cumprir este objectivo. Feriamos que encontrar o local, o que penso que não seria de todo muito complicado. Mas para tal teremos que encontrar pessoas motivadas e tentar encontrar os contactos necessários.

Pedro Rodrigues

11
de
maio

Quero ver o meu concelho a desenvolver-se.

Olá, sou Ana Luísa Oliveira, 21 anos de Pinhel.

É com prazer que me junto a este grupo.

Quero ver o meu concelho a desenvolver-se.

E como acredito que é nos Jovens que o futuro se encontra, gostaria que o meu Concelho não tivesse cortado as bolsas ao ensino superior e que pudesse desenvolver mais actividades culturais que reunissem diferentes gerações.

Espero que possamos fazer mais por uma terra que quando visitada por estranhos a denominam de Terra Fantasma.

Ana Luísa Oliveira

11
de
maio

Quanto a ideias...

Quanto a ideias... já tinha comentado com o Fábio! Escolher uma noite por mês (sábado ou domingo, por exemplo) e transformar a zona do mercado de Ourém numa zona de comes e bebes e de convívio social durante toda uma tarde!
(...)


Pedro Guerreiro

10
de
maio

Estou aqui amigos, para o que precisarem.

Caros Amigos:

Em primeiro lugar quero vos felicitar pela brilhante ideia de dinamizarem um movimento por Ourém. Espero e anseio que a vossa coragem, força e determinação seja tal, que possamos ultrapassar as fronteiras da blogosfera.

Em segundo lugar dizer que Sim.

Sim, também acredito em Ourém, no potencial existente e, acima de tudo, nas qualificações e capacidades inerentes.
(...)


Com estima, José Lopes

8
de
maio

O que é, para mim, o m.pop

Nos últimos anos, muito se tem falado sobre o “divórcio da sociedade com a política”. Isso é certo! Personalidades ilustres cuja opinião é sempre muito importante, como os Presidentes Jorge Sampaio e Cavaco Silva, chamaram a atenção da sociedade em geral para este problema. Ora, isto constitui um problema. Um problema grave, aliás. O problema é, ainda mais grave, quando os jovens de hoje, que são a sociedade de amanhã, também não querem saber destas questões.

Não falo de política no sentido “clássico” do termo, muito menos de politiquices dessas de dois e quinhentos ou de guerrilhas de quintal. Não me interessa, nem pretendo mesmo, com a minha adesão a este movimento, despertar esse tipo de discussão, do género “o meu quintal é melhor que o teu…”. É em parte devido a estas disputas clubisticas e sem interesse que nós estamos cada vez mais afastados do que interessa, que é a discussão de ideias “evoluídas” que sejam boas ideias, independentemente de cores, amizades, compadrios ou do clássico “jeitinho”.
(...)


Fábio Rodrigues

2
de
maio

Manifesto

É com alguma surpresa que vemos vários sectores da sociedade preocupados com a falta de interesse dos jovens nas questões públicas e com constantes apelos à participação activa dos jovens (vide discurso do Sr. Presidente da República das comemorações do 25 de Abril).

Este movimento não tem o objectivo de responder a esse apelo. Pretendemos, sim, provar que os jovens, dando-lhes espaço e oportunidade, se conseguem organizar e desse modo ter uma voz activa e importante na sociedade.

Não estamos envolvidos em lutas partidárias internas: concentramo-nos nas ideias!

Não nos julgamos um grupo pseudo-elitista: nós damos a cara e lutamos pelas nossas propostas!

Este não é um grupo fechado. Queremos a participação de todos. Não que adiram às nossas propostas e ideias, mas que colaborem connosco, de futuro, através de uma discussão colectiva em torno do que se tem que fazer no concelho, em termos de medidas e decisões que respeitem aos jovens.

Todos sabemos da grande dimensão do concelho, que por vezes tem levado a conflitos de territorialidade dentro dele. Nós não olhamos ao território. Olhamos à potencialidade do concelho como um todo, unidos no gostar da nossa terra, porque é preciso e possível fazer mais: mais condições para os jovens, mais preocupação com as necessidades dos jovens, melhor aproveitamento das capacidades que a juventude do concelho tem demonstrado.

Em suma, não nos conformamos! Não te deixes também tu conformar.

Porque unidos conseguimos mais, vamos Pôr Ourém a Participar!

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